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Destak Consultoria Médica

Quanto investir em marketing sem queimar dinheiro?

Sumário

Existe, e ele não nasce de percentual copiado de outro negócio: nasce da meta de pacientes novos, do custo de aquisição que o seu ticket comporta e da capacidade de atendimento da sua agenda. Investir sem essas três referências é aposta; com elas, o marketing vira uma conta de retorno que se acompanha como qualquer outro número da operação.

Por que percentual do faturamento é um chute?

Porque ignora o contexto. Um consultório em início de construção de marca precisa investir proporcionalmente mais; um consultório com agenda saturada talvez deva investir em retenção e ticket, não em captação. O percentual médio de mercado descreve a média dos outros, não a necessidade do seu momento. A pergunta certa não é quanto os outros gastam, é quantos pacientes novos você precisa e quanto pode pagar por cada um.

O que é custo de aquisição e por que ele decide tudo?

Custo de aquisição é o total investido em captação dividido pelo número de pacientes novos que chegaram por ela. Esse número só faz sentido comparado ao valor que o paciente gera ao longo do relacionamento. Se o paciente típico gera alguns milhares de reais em consultas, retornos e procedimentos, há espaço para investir centenas na sua chegada. Quem não faz essa conta corta o investimento que se pagaria dez vezes, ou sustenta canais que custam mais do que devolvem.

Onde fica o ponto de virada

A virada acontece quando cada real investido passa a ter origem rastreada: quantos contatos cada canal gerou, quantos viraram consulta, quanto custou cada paciente por fonte. Sem esse rastreio, o marketing é uma caixa preta que engole verba nos meses bons e leva a culpa nos meses ruins. Com ele, o orçamento deixa de ser palpite e vira alocação: mais no que devolve, menos no que não devolve. Montar esse sistema de mensuração, dentro das normas de publicidade médica, é um trabalho de método que muda a conversa sobre marketing para sempre.

Marketing caro é marketing errado?

Nem sempre. O canal mais caro por paciente pode trazer o paciente de maior valor. O erro não é pagar mais, é não saber quanto se paga e o que se recebe.

Resumo

  • O orçamento certo nasce da meta de pacientes novos e do custo de aquisição, não de percentual copiado.
  • Custo de aquisição só revela algo comparado ao valor do paciente no tempo.
  • Sem origem rastreada, o marketing é caixa preta; com ela, vira alocação de retorno.

 

Você sabe quanto custou cada paciente novo do último trimestre? Fale com a Destak para transformar seu investimento em marketing numa conta que fecha.

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